- Referenciais teórico-metodológicos da pesquisa em mídia-educação

Ementa: A incontestável força da mídia no cotidiano de sociedades como a brasileira tem merecido atenção de estudiosos, os quais, sob perspectivas multidisciplinares distintas, buscam articular os campos da educação e da comunicação. A disciplina pretende discutir conceitos-chave e autores de referência da pesquisa realizada na articulação entre as duas áreas e algumas das principais frentes de investigação nesse campo, vistas como possibilidades metodológicas que se entrecruzam podendo oferecer, aos novos pesquisadores, múltiplas alternativas de estudo. Este curso tem como objetivo principal identificar e analisar as principais pesquisas realizadas, no Brasil e em outros países, na interface da educação com a comunicação.

Carga Horária: 45h

Créditos: 03

Bibliografia:

ADORNO, Barthes, Benjamin, Marcuse, Kristeva, McLuhan, Panofsky. Teoria da Cultura de Massa. Introdução, Comentários e Seleção de Luiz Costa Lima. RJ: Editora Saga, 1969
LIEVROUW, Leah and LIVINGSTONE, Sonia Livingstone. The Handbook of New Media.- London: SAGE Publications Ltd, 2006.
SILVERSTONE. Media and Morality. Cambridge: Polcy Press, 2007
_________. Por que estudar a mídia? SP: Loyola, 2005
MARTIM- BARBERO, Jesus. O ofício do cartógrafo. Edições Loyola, 2002.
Artigos das principais revistas acadêmicas virtuais (a partir de 2005) a serem decididos a partir do enfoque das discussões de acordo com o viés de debate realizado com a turma.

 

- Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente: questões contemporâneas na educação em ciências

Ementa: Estuda as relações entre ciência, tecnologia,sociedade e ambiente problematizando o ensino das ciências e a educação ambiental em diferentes níveis de ensino e diferentes contextos educacionais. Apresenta perspectivas da CTSA tendo como referência a história da do ensino de ciências e da educação ambiental.

Carga Horária: 45h

Créditos: 03


Bibliografia:

AULER, Décio. Enfoque ciência-tecnologia sociedade: pressupostos para o contexto brasileiro. Ciência & Ensino, v. 1, num. esp., nov, 2007.
AULER, Décio. Interações entre Ciência-Tecnologia-Sociedade no Contexto da Formação de Professores de Ciências. Tese de Doutorado. Florianópolis: CED/UFSC, 2002.
AULER, Décio; DELIZOICOV, Demétrio. Ciência-Tecnologia-Sociedade: relações estabelecidas por professores de ciências. Revista Electrónica de Enseñanza de las Ciencias, v. 5, n. 2, 2006b. p. 337-355
AULER, Décio; DELIZOICOV, Demétrio. Educação CTS: Articulação entre Pressupostos do Educador Paulo Freire e Referenciais Ligados ao Movimento CTS. In: SEMINÁRIO IBÉRICO CTS EN LA ENSEÑANZA DE LAS CIENCIAS – Las Relaciones CTS en la Educación Científica, 4, Málaga. Anais. Málaga: Universidad de Málaga, 2006a. p. 1-7.
GOUVÊA, Guaracira. Ensino de Ciências: desempenho de estudantes, práticas educativas e materiais de ensino, com o apoio do Edital01/2008/CAPES/INEP/SECAD do Programa Observatório da Educação. Projeto de Pesquisa Interinstitucional – UNIRIO/UFRJ/USP, 2008.
GOUVÊA, Guaracira; SANCHEZ, C.; MACHADO, M. A. D.; SILVEIRA, G.; SANTOS, J. F. O ensino de ciências na escola básica e a universidade: considerações sobre formação inicial e continuada de professores a partir de uma pesquisa participativa via aboragem CTSA no sul fluminense. RBPG. Revista Brasileira de Pós-Graduação, v. 8, 2012. p. 396-417
KRASILCHIK, M. O professor e o currículo das Ciências. São Paulo: EPU: Editora da Universidade de São Paulo, 1987.
KRASILCHIK, Mírian. Caminhos do ensino de ciências no Brasil. Em Aberto, Brasilia, ano 11, nº 55, jul./set. 1992.
MARANDINO, M. (1994). O Ensino de Ciências e a Perspectiva da Didática Crítica. Dissertação de Mestrado Programa de Pós-Graduação em Educação, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, RJ.
MUENCHEN, Cristiane; AULER, Décio. Configurações curriculares mediante o enfoque CTS: desafios a serem enfrentados na educação de jovens e adultos. Ciência & Educação, v. 13, n. 3, p. 421-434, 2007.
SANTOS, Wildson Luiz Pereira dos. Contextualização no ensino de ciências por meio de temas CTS em uma perspectiva crítica. Ciência & Ensino, v. 1, num. esp., Nov, 2007.
SANTOS, Wildson Luiz Pereira dos; MORTIMER, Eduardo Fleury. Uma análise de pressupostos teóricos da abordagem C-T-S (Ciência - Tecnologia - Sociedade) no contexto da educação brasileira. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências, vol. 2, núm. 2, diciembre, 2000, pp. 1-23.
TEIXEIRA, Paulo Marcelo M. A educação científica sob a perspectiva da pedagogia histórico-crítica e do movimento CTS no ensino de ciências. Ciência & Educação, v. 9, n. 2, p. 177-190, 2003.

 

- Informação e educação científica em espaço não formal

Ementa: Focaliza, no contexto da educação científica, os produtos da cultura de massa tanto ficcionais (narrativas literárias, televisivas e/ou fílmicas e quadrinhos) quanto não ficcionais (documentários e filmes educativos), explorando a informação sobre a ciência em tais produtos, como uma prática educativa. Tal abordagem considera a proeminência da cultura científica e seus correlatos: divulgação, alfabetização e popularização da ciência. Aborda o potencial da informação que tais produtos possuem acerca: 1) da ciência como representação de uma visão de mundo; 2) dos fatos científicos e dos atores envolvidos com a ciência como elementos de uma ordem simbólica social e ideologicamente construída; 3) do caráter e natureza intertextual que determina e insere tais narrativas no amplo discurso científico.

Carga Horária: 45h

Créditos: 03


Bibliografia:

ALBAGLI, Sarita. Divulgação científica: informação científica para a cidadania? Ciência da Informação, Brasília, v.25, n.3, p. 396-404, set./dez. 1996.
BUENO, Wilson C., Wilson C.. Imprensa e Partição do Conhecimento: A experiência brasileira de jornalismo científico. Anuário Brasileiro da Pesquisa em Jornalismo - ECA/USP. nº p. 119-124, 1992.
CARDOSO, Ciro Flamarion. Ficção científica, percepção e ontologia: e se o mundo não passasse de algo simulado? História, Ciências, Saúde, Rio de Janeiro, v.13, 2006. Suplemento.
CAZELLI, Sibele. Alfabetização Científica e os Museus Interativos de Ciência. Rio de Janeiro, 1992. Dissertação de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Educação da PUC-Rio de Janeiro.
GOUVÊA, Guaracira. Divulgação científica para crianças: o caso da Ciência Hoje das Crianças. Tese de Doutorado do Programa de Pós-graduação em Ciências do ICB/ UFRJ, 2000.
DEUS, Jorge Dias de (org.). A crítica da ciência: sociologia e ideologia da ciência. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1979. p. 107-135.
MASSARANI, Luisa. A divulgação científica no Rio de Janeiro: Algumas reflexões sobre a década de 20, 1998. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro/IBICT.
MASSARANI, Luisa; TURNEY, J.; MOREIRA, I.C. Terra Incógnita: a interface entre ciência e público. 1º Edição. Rio de Janeiro: Ed. Vieira & Lent: UFRJ, Casa da Ciência: FIOCRUZ, 2005.
MEADOWS, Arthur Jack. A comunicação científica. Brasília, DF: Briquet de Lemos/Livros, 1999.
MELO, José Marques de. Impasses do Jornalismo Científico. Comunicação e Sociedade, nº7, p.19-24. 1982.
MELO, José Marques de. Teoria da Divulgação Científica. Roteiro das aulas ministradas no Curso de Pós-Graduação em Divulgação Científica. São Paulo: Escola de Comunicação e Artes, núcleo José Reis de Divulgação Científica, USP, 1992.
MULLER, Suzana Pinheiro Machado. A comunicação científica e o movimento de acesso livre ao conhecimento. Ci. Inf., Brasília, v. 35, n. 2, p. 27-38, maio/ago. 2006
OLIVEIRA, Carmen I. C. de. O remake: produzir sentidos diferentes a partir do mesmo; ou como a  informação articula a relação cinema/memória. Rio de Janeiro, 2009. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) Universidade Federal Fluminense/Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia.
SÁNCHEZ MORA, Ana María. A divulgação da ciência como literatura. Rio de Janeiro: Casa da Ciência, Editora da UFRJ, 2003.
SANTORO, Luiz F. Televisão e Divulgação Científica: um espaço para o fantástico. Comunicação e Sociedade , nº 7, p. 101-106, 1982.
TAMAYO, Ruy Pérez. Prólogo. In: MARTÍNEZ, Eduardo e FLORES Jorge (org.) La popularización de la ciência y la tecnología. México: Fondo de Cultura, 1997, p. 7-8.
VERGUEIRO, Waldomiro. Histórias em quadrinhos e serviços de informação: um relacionamento em fase de definição. DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação. V. 6, n.2, abr. 2005. Disponível em: <www.dgz.org.br>.Acesso em: 03 ago. 2005.

 

- Políticas públicas, juventude e movimentos sociais

Ementa: Refletir sobre o campo das políticas públicas, em especial, a área da educação, a partir de um conjunto de leituras e debates sobre o tema da juventude e dos movimentos sociais no Brasil e na América Latina. Pretende analisar (i) as dinâmicas e os processos que contribuíram para a formulação e a visibilidade de demandas e direitos; (ii) a construção de políticas no contexto da igualdade/desigualdade de oportunidades; (iii) a avaliação de políticas públicas de Educação no Brasil.

Carga Horária: 45h

Créditos: 03

Bibliografia:

ABRAMOVAY, Miriam; ANDRADE, Eliane R.; ESTEVES, Luiz Carlos Gil (Orgs.). Juventudes: outros olhares sobre a diversidade. 1. ed. Brasília: MEC/UNESCO, 2007.
FILARDO, VERÓNICA. Transiciones a la adultez y educación. Verónica Filardo. Cuadernos Del Unfpa. Fondo de Población de las Naciones Unidas. Uruguay, año 4. Nº 5. Diciembre 2010.
FLEXOR, Georges Gérard; LEITE, Sergio Pereira . Análise de políticas públicas: breves considerações teórico-metodológicas. In: Eli de Fátima Lima; Nelson Delgado; Roberto Moreira. (Org.). Mundo rural: configurações sociais, poderes e políticas. Rio de Janeiro: MAUAD, 2007, v. 1.
FREY, Klauss. Políticas públicas: um debate conceitual e reflexões referentes à prática da análise de políticas públicas no brasil. Klaus Frey. Planejamento e políticas públicas. No 21 - JUN DE 2000
ISLAS. José Antonio Pérez. JUVENTUD: UN CONCEPTO EN DISPUTA. Texto publicado en J. A. Pérez Islas, Monica Valdez y Ma. Herlinda Suárez Z. (coords.), Teorías sobre La Juventud. Las miradas de los Clásicos, UNAM-Miguel Ángel Porrúa, México, 2008.
JACCOUD, Luciana. Questão social e políticas sociais no Brasil contemporâneo. Organizadora– Brasília : IPEA, 2005.
JACINTO, Claudia e SUAREZ, Ana Lourdes. JUVENTUDE, POBREZA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL NA AMÉRICA LATINA. Em Aberto, Brasília, ano 15, n.65, jan./mar. 1995.
JANUZZI, Paulo, Indicadores sociais no brasil. Campinas: Editora Alínea, 2004. 3ª ed.
KLIKSBERG, Bernardo. O contexto da juventude na América Latina e no Caribe: as grandes interrogações. Revista Administração Pública, v.40, n. 5, set./out., p.909-942, 2006.
KRAUSKOPF, Dina. Enfoques y dimensiones para el desarrollo de indicadores de juventud orientados a su inclusión social y calidad de vida.
ULTIMA DÉCADA Nº34, CIDPA VALPARAÍSO, JUNIO 2011.
MARINHO, Alexandre e FAÇANHA, Luís Otávio. Programas sociais: efetividade, eficiência e eficácia como dimensões operacionais da avaliação. TEXTO PARA DISCUSSÃO. Nº 787, IPEA, 2001
NOVAES, Regina C. Reyes et ali (orgs). Política Nacional de Juventude: diretrizes e perspectiva. São Paulo: Conselho Nacional da Juventude, Fundação Friedrich Ebert, 2006.
RUA, Maria das Graças. As políticas públicas e a juventude dos anos 90. In: Jovens acontecendo na trilha das políticas públicas. Brasília: Comissão Nacional de População e Desenvolvimento, 1998. v.. 2.
SPOSITO, Marília Pontes e CARRANO, Paulo César Rodrigues. Juventude e políticas públicas no Brasil. Revista Brasileira de Educação, v. xx, n.24, set./dez., p.16-39, 2003a.

 

- Documentação narrativa de experiências pedagógicas

Ementa: Experiência, investigação educativa e formação docente. Documentação narrativa de experiências pedagógicas: formação docente entre docentes; experiência; alteridade; narrativa docente. Opções epistemológicas, teóricas, metodológicas e políticas da documentação narrativa. Redes de professores(as) latino-americanas: formas alternativas para a organização da formação e do trabalho docente.

Carga Horária: 45h

Créditos: 03

Bibliografia:

ALVES, Nilda. Decifrando o pergaminho – o cotidiano das escolas na lógica das redes cotidianas. In: OLIVEIRA, Inês & ALVES, Nilda (org.) Pesquisa no/do cotidiano das escolas sobre redes de saberes. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.
BOLÍVAR, Antonio. ¿De nobis ipsis silemus?: epistemología de la investigación biográfico-narrativa en educación. In: Revista Electrónica de Investigación Educativa, Vol. 4, N°1, 2002.
CERTEAU, Michel de. A invenção do cotidiano – artes de fazer. 2ª ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1994.
CONTRERAS, J. & Pérez de Lara. La experiencia y la investigación educativa. In: Contreras, J. & Pérez de Lara, N. F. (Comps) Investigar la experiencia educativa. Madrid: Morata, 2010.
CONNELLY, F. M. & CLANDININ, D. J. Relatos de Experiencia e Investigación Narrativa. In: LARROSA, Jorge y otros. Déjame que te cuente – ensayos sobre Narrativa y Educación. Barcelona, Espanha: Editorial Laertes, 1995.
ESTEBAN, M. T. & ZACCUR, E. (orgs.) Professora pesquisadora – uma práxis em construção. Rio de Janeiro: DP&A, 2002.
LARROSA, J. Notas sobre a experiência e o saber da experiência. Revista Brasileira de Educação. São Paulo: n 19, p.20-28, Jan/Fev/Mar/Abr 2002.
MC EWAN, Hunter & EGAN, Kieran (comps.) La narrativa en la enseñanza, el aprendizaje y la investigación. 1ª ed. Buenos Aires: Amorrortu, 2005.
PRADO, G. V. T.; CUNHA, R. B. O diálogo da experiência com a teoria no cotidiano da escola. In: FERRAÇO, C. Y; PEREZ, C. L. V; OLIVEIRA,
I. B. Aprendizagens Cotidianas com a pesquisa: novas reflexões em pesquisa no/dos/com os cotidianos das escolas. Petrópolis: DP et Alii, 2008.
SAMPAIO, Carmen Sanches. Redes coletivas de (auto)formação docente: narrativas, experiências e a (re)construção de saberes y fazeres alfabetizadores. In: MORAES, D. Z; LUGLI, R. S. G. (orgs.). Docência, pesquisa e aprendizagem: (auto)biografias como espaços de formação/investigação. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
SUÁREZ, Daniel H. Relatos de experiencia, saber pedagógico y reconstrucción de la memoria escolar. La documentación narrativa de experiencias pedagógicas en la formación docente. In: ALLIAUD, Andrea & SUÁREZ D. H. (coords.) El saber de la experiencia – narrativa,
investigación y formación docente. 1ª ed. Buenos Aires: Editorial de la Facultad de Filosofía y Letras (UBA); CLACSO, 2011.
SKLIAR, Carlos. La educación (que es) del otro: argumentos y desierto de argumentos pedagógicos. Buenos Aires: Centro de Publicaciones Educativas y Material Didáctico, 2007.

 

- Escola, interculturalidade e currículo

Ementa: Estudo do currículo escolar, considerando os desafios da interculturalidade. Perspectivas curriculares críticas e pós-críticas, organização escolar em ciclos, com ênfase nas abordagens interculturais das relações de ensino-aprendizagem. Debates contemporâneos sobre o currículo frente à desigualdade social, às diferenças culturais e à subalternidade no campo do conhecimento.

Carga Horária: 45h

Créditos: 03

Bibliografia:

APPLE, Michael W. e BURAS, Kristen L. (Orgs.) Currículo, poder e lutas educacionais: com a palavra, os subalternos. Porto Alegre, Artes Médicas, 2008.
MOREIRA, Antonio Flávio e CANDAU, Vera Maria (Orgs.). Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. Petrópolis, Vozes, 2008. p. 13-37.
DOLL, William E. Currículo: uma perspectiva pós-moderna. Porto Alegre, Artes Médicas, 1997. Capítulo 7 – Construindo uma matriz de currículo. p. 177-200.
FETZNER KRUG, Andréa Rosana. Desseriar o ensino: Qual currículo? Qual conhecimento? In FETZNER KRUG, Andréa Rosana (Org.) A construção de uma outra escola possível. Ciclos em Revista. Volume 1. 3ª Ed. Rio de Janeiro, WAK Ed. 2007. p. 81-94.
FETZNER, Andréa Rosana. A implementação dos ciclos de formação em Porto Alegre: para além de uma discussão do tempo-espaço escolar. Revista Brasileira de Educação. 2009, n. 40, v. 14, pp. 51-65. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbedu/v14n40/v14n40a05.pdf
LARROSA, Jorge. Notas sobre La pluralidad y la tradución. In MOREIRA, Antonio Flavio et alii. (orgs) Currículo e produção de identidades. Actas do V Colóquio sobre questões curriculares. Braga: Universidade do Minho, 2002. p. 145-160.
MARIN, José. Dimensão histórica da perspectiva intercultural, educação, Estado e Sociedade. In GARCIA, Regina Leite (org.) Diálogos Cotidianos. Petrópolis: DP et Alii e Rio de Janeiro: FAPERJ, 2010. p. 313-331.
MOREIRA, Antonio F. e CÂMARA, Michelle. Reflexões sobre currículo e identidade: implicações para a prática pedagógica. In MOREIRA, Antonio Flávio e CANDAU, Vera Maria (Orgs.). Multiculturalismo: diferenças culturais e práticas pedagógicas. Petrópolis, Vozes, 2008. p. 38-66.
MOREIRA, Antonio Flavio. Conhecimento escolar, cultura e identidade nacional: desafios para o currículo. In GARCIA, Regina Leite (org.)
Diálogos Cotidianos. Petrópolis: DP et Alii e Rio de Janeiro: FAPERJ, 2010. p. 47-66.
OLIVEIRA, Inês Barbosa. Currículos praticados: regulação e emancipação no cotidiano escolar. Disponível
emhttp://www.anped.org.br/26/trabalhos/inesbarbosadeoliveira.pdf, acesso em 19/06/2006.
YOUNG, Michael F.D. Conhecimento e currículo: do socioconstrutivismo ao realismo social na sociologia da educação.Porto: Porto Editora, Portugal, 2010. Capitulo 1 – Salvar a Sociologia do Conhecimento Educacional dos excessos do “discurso das vozes”. P. 29-56.

 

- Perspectivas em avaliação

Ementa: Refletir sobre o campo das políticas em avaliação, em especial, a área da educação, no Brasil e na América Latina, a partir de um conjunto de leituras e debates sobre o tema. Pretende analisar as dinâmicas e os processos que contribuíram para a formulação de políticas em avaliação, as escolas em ciclos e os sistemas nacionais em avaliação.

Carga Horária: 45h

Créditos: 03

Bibliografia:

APPLE, Michael W.. Aliança estratégica ou estratégia hegemônica? Conservadorismo entre os desfavorecidos. EDUC. SOC., Campinas, v. 24, n. 84, set. 2003 . Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302003000300014&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 29 abr. 2013. http://dx.doi.org/10.1590/S0101-73302003000300014.
AFONSO, A. J. Avaliação Educacional: regulação e emancipação. São Paulo, Ed. Cortez, 2000.
ESTEBAN, M.T. e AFONSO, A. J. (org.) Olhares e Interfaces: reflexões críticas sobre a avaliação. São Paulo, ed. Cortez, 2010.
FERNANDES, Domingos. Avaliar para Aprender – Fundamentos, práticas e políticas. São Paulo, Ed. UNESP, 2009.
FREITAS, L. C.. (org) Avaliação e Políticas Públicas Educacionais - Ensaios contrarregulatórios em debate. Campinas, ed. Leitura Crítica, 2012.
BARLOW, Michel. Avaliação Escolar – mitos e realidades. Porto Alegre, Ed. Artmed, 2006.
ESTEBAN, M. T. (org.) Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. Rio de Janeiro, DP&A Editora, 1999.
KRUG, Andréa (org.) Ciclos em Revista – A construção de uma outra escola possível. V1. Rio de Janeiro, Ed. WAK, 2007.
FERNANDES, Claudia. Escolaridade em ciclos: desafios para o século XXI. Rio de Janeiro, ed. WAK, 2009.
FRANCO, C. (org.) Avaliação, Ciclos e Promoção na Educação. Porto Alegre, ArtMed, 2001.
FREITAS, L. C. (org.) Avaliação de escolas e universidades. Campinas, Ed. Komedi, 2003.
LIBÂNEO e ALVES (org.) Temas de Pedagogia: diálogos entre didática e currículo. São Paulo, Ed. Cortez, 2012.
SACRISTÁN, José Gimeno. A Educação que ainda é possível. Porto Alegre, Ed. Artmed, 2007.
SILVA, J., HOFFMAN, J. e ESTEBAN, M. T. Práticas Avaliativas em todas as áreas: rumo às aprendizagens significativas. Porto Alegre, Ed. Mediação, 2012, 9ªed

 

- Políticas públicas e educação em tempo integral

Ementa: Tempo e ampliação da jornada escolar para tempo integral. Tempo integral e educação integral: articulações e desafios. Políticas públicas, programas, projetos e experiências de tempo integral no Brasil e na Latinoamérica: análise de suas práticas.

Carga Horária: 45h

Créditos: 03

Bibliografia:

MAURÍCIO, Lúcia Velloso. (org). Educação em tempo integral. Em Aberto, nº 80, Brasília, INEP, 2009.
MOLL, Jaqueline. (org). Política de educação integral em jornada ampliada. Em Aberto, vol 25, nº 88,  Brasília, INEP, 2012
COELHO, Ligia Martha. (org). Educação em tempo integral: estudos e experiências em processos. Rio de Janeiro, DP et alli, FAPERJ, 2009

 

- Políticas públicas e infância

Ementa: Refletir sobre o campo das políticas públicas, em especial, a área da educação, a partir de um conjunto de leituras e debates sobre o tema da infância. Pretende analisar (i) as dinâmicas e os processos que contribuíram para a formulação e a visibilidade de demandas e direitos; (ii) a construção de políticas no contexto da igualdade/desigualdade de oportunidades; (iii) a avaliação de políticas públicas de Educação no Brasil.

Carga Horária: 45h

Créditos: 03

Bibliografia:

ABRAMOVAY, Miriam; ANDRADE, Eliane R.; ESTEVES, Luiz Carlos Gil (Orgs.). Juventudes: outros olhares sobre a diversidade. 1. ed. Brasília: MEC/UNESCO, 2007.
CAMPOS, M. M. Desafios à efetivação do direito à educação infantil. In: CONFERÊNCIA DO CURSO CIDADANIA E DIREITO À EDUCAÇÃO, 9, Brasília, 8 mai. 2010. Anais... Brasília: Ação Educativa/Programa Ação na Justiça, 2010.
CORSARO, W. “We’re friends, right?”: children’s use of access rituals in a nursery school. Washington: Joseph Henry Press, 2003.
ISLAS. José Antonio Pérez. JUVENTUD: UN CONCEPTO EN DISPUTA. Texto publicado en J. A. Pérez Islas, Monica Valdez y Ma. Herlinda
Suárez Z. (coords.), Teorías sobre La Juventud. Las miradas de los Clásicos, UNAM-Miguel Ángel Porrúa, México, 2008.
KRAMER, S. (org). Retratos de um desafio: crianças e adultos na educação infantil: gestão e formação. São Paulo, Ática, 2009.
KRAUSKOPF, Dina. Enfoques y dimensiones para el desarrollo de indicadores de juventud orientados a su inclusión social y calidad de vida.
ULTIMA DÉCADA Nº34, CIDPA VALPARAÍSO, JUNIO 2011.
NOVAES, Regina C. Reyes et ali (orgs). Política Nacional de Juventude: diretrizes e perspectiva. São Paulo: Conselho Nacional da Juventude, Fundação Friedrich Ebert, 2006.
NUNES, M.F.R. CORSINO, P & DINONET V., Report on Caring and Learning Together: Cross-national Research Project on the Integration of Early Childhood Care. Brasil: Brasilia, UNESCO, 2009.
RUA, M. das G. Análise de políticas públicas: conceitos básicos. In: RUA, M. das G e CARVALHO, M. I. V. de (orgs). O estudo da política: tópicos selecionados. Brasília, Paralelo, 1998.
RUA, Maria das Graças. As políticas públicas e a juventude dos anos 90. In: Jovens acontecendo na trilha das políticas públicas. Brasília: Comissão Nacional de População e Desenvolvimento, 1998. v.. 2.
SARMENTO, Manuel e GOUVEA, Maria Cristina S (Orgs.). Estudos da infância: educação e práticas sociais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008
SCHMIDT, João Pedro. Para entender as políticas públicas: aspectos conceituais e metodológicos. In: REIS, Jorge Renato dos; LEAL, Rogério
Gesta. (Orgs.). Direitos sociais e políticas públicas: desafios contemporâneos. Tomo 8. Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2009.
SPOSITO, Marília Pontes e CARRANO, Paulo César Rodrigues. Juventude e políticas públicas no Brasil. Revista Brasileira de Educação, v. xx, n.24, set./dez., p.16-39, 2003a.
VIEIRA, LIVIA. FRAGA. E SOUZA, GIZELE. Trabalho e emprego na educação infantil no Brasil: segmentações e desigualdades. Educ. rev. no.spe1 Curitiba 2010.

Categoria: Notícia
Covocação dos candidatos aprovados e classificados, no processo seletivo 2017.